26 de outubro de 2006

Pé perante pé


Como notaram Lay novo, que eu ainda não sei se gostei. Muita saudade, alguns medos que insistem em permanecer, insônia. Blábláblá... Ou Post do dia... Desculpe a demora!


Pé perante pé...
Chego-me a qualquer punhado de palavras.
Pudesse ser ela minha!
Mas, sequer, o meu evocado ouve!

Deixo…
Pingar um último pedaço de sonho.

Deixo...
Rasgar-se uma nesga de sorriso.

Deixo...
Que caia como chuva, este pranto.

Pé perante pé...
Cruzar despercebida por mim,
Olhando estas mãos,
Que outrora desfiaram tantas letras!

E,
Enquanto, pé perante pé,
Vou passando por um passado,
Pelas passadas,
(Palavras)
Pisadas,
(Escritas)
Por mim,
Eu penso:
Como eu fui tanto!
Fui tudo!

Hoje?
Sou hiato,
Sou da máscara mero pedaço,
Sou dum quase nada, um quase fim!


"Pelo poder da verdade, eu, enquanto vivo, conquistei o universo"

18 de outubro de 2006

Saudades...



"A esperança equilibrista sabe que o show de todo artista tem que
continuar"



Hoje eu não queria escrever,
porém precisava. Não queria que fosse triste. Não queria permanecer distante da minha melhor metade. Não queria descobrir medos novos, mas os achei... Queria descobrir forças novas, mas não as acho. Queria... Queria... Queria... Queria saber voar....


Chega de escrever por hoje...


...


“Tenho medo de gente e de solidão
Tenho medo da vida e medo de morrer
Tenho medo de ficar e medo de escapulir
Medo que dá medo do medo que dá

Tenho medo de ascender e medo de apagar
Tenho medo de esperar e medo de partir
Tenho medo de correr e medo de cair
Medo que dá medo do medo que dá”

(Miedo - Pedro Guerra/Lenine/Robney Assi)



Nada mais a declarar...

11 de setembro de 2006

Isso aqui anda as moscas, aranhas e baratas, sem contar que ainda não terminei de fazer as alterações que eu queria. Ainda tem muita cor que tem de ser mudada, alguns links e blogs a serem colocados, vários comentários a serem respondidos e muita falta de coragem e inspiração para ficar postando mais frequentemente. Bom, por enquanto é só. Aos meus leitores assíduos... Desculpas!


Sentado ao luar a escrever...
Nas mãos trazia comigo alguns poemas,
Esquemas de vida,
O mapa para o céu,
O caminho para Deus.
No chão uma pequena faca,
Uma taça de vinho e
Uma fogueira.
Na cabeça um pensamento e
Lembranças de tempos não muito distantes.
Para a morte foi um segundo
E não estava mais lá
O poeta se perdia
Com um sopro e um sussurro.
As lágrimas soltas
Nunca chegaram ao chão.
Entre espinhos e arbustos
Encontro-me no enlaço do mundo
Procurando entender
O por quê do ´vir a existir´,
O por quê das coisas vãs
De que necessito prover.
Entre dias turbulentos
Procuro um aconchego
Onde posso encontrar consolo
De toda mágoa absorvida.
Entre dias calmos e brandos
Entendo porém a razão do tal existir,
De desfrutar as coisas simples
Mas que no seu ínterim
Nos fazem renovar...
Ou seria o contrário?
Não sei e não mais importa.
Sigo em frente
Insistente,
Carente,
Pois a vida inside sobre nós
Neste mundo de ilusão!


"O som dos dias que distanciam a nossa melhor metade, que vão ficando de lado pelo medo de não dormir."

18 de julho de 2006


Perdemos a chance de amar e sermos amados por medo. Esquecemos que um amor perdido jamais nos voltará e que a pior coisa no mundo é viver sem um amor...

Aos meus pensamentos que voam.
Dos simples
Ao que é família,
Sangue,
Sintonia.
Ao que é escolhido
Pelo coração.
Aos que eu surgi,
Aos que me fizeram surgir.
Do pouco que vivi,
Ao muito que eu quero viver.
Porém ainda a fonte vaga do "X",
Sem saber seu significado...

As coisas que realizamos, nunca são tão belas quanto às que sonhamos.