11 de setembro de 2006


Isso aqui anda as moscas, aranhas e baratas, sem contar que ainda não terminei de fazer as alterações que eu queria. Ainda tem muita cor que tem de ser mudada, alguns links e blogs a serem colocados, vários comentários a serem respondidos e muita falta de coragem e inspiração para ficar postando mais frequentemente. Bom, por enquanto é só. Aos meus leitores assíduos... Desculpas!


Sentado ao luar a escrever...
Nas mãos trazia comigo alguns poemas,
Esquemas de vida,
O mapa para o céu,
O caminho para Deus.
No chão uma pequena faca,
Uma taça de vinho e
Uma fogueira.
Na cabeça um pensamento e
Lembranças de tempos não muito distantes.
Para a morte foi um segundo
E não estava mais lá
O poeta se perdia
Com um sopro e um sussurro.
As lágrimas soltas
Nunca chegaram ao chão.
Entre espinhos e arbustos
Encontro-me no enlaço do mundo
Procurando entender
O por quê do ´vir a existir´,
O por quê das coisas vãs
De que necessito prover.
Entre dias turbulentos
Procuro um aconchego
Onde posso encontrar consolo
De toda mágoa absorvida.
Entre dias calmos e brandos
Entendo porém a razão do tal existir,
De desfrutar as coisas simples
Mas que no seu ínterim
Nos fazem renovar...
Ou seria o contrário?
Não sei e não mais importa.
Sigo em frente
Insistente,
Carente,
Pois a vida inside sobre nós
Neste mundo de ilusão!


"O som dos dias que distanciam a nossa melhor metade, que vão ficando de lado pelo medo de não dormir."

Por Laila Braga 23:38

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